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Especialidades

 

     A osteoporose tem assumido grande importância ao nível de saúde pública em muitos países, onde a parcela de população idosa é elevada. Caracteriza-se pelo aumento da porosidade do osso, diminuindo a capacidade de sustentação da estrutura do corpo, aumentando o risco de fraturas. A composição química do osso, em geral é a mesma na OSTEOPOROSE e no osso normal, a alteração ocorre na massa óssea que se reduz na osteoporose. O reconhecimento da SÍNDROME OSTEOPORÓTICA como um dos maiores problemas de saúde pública induziu pesquisas científicas e epidemiológicas, na tentativa de melhor conhecer a patogênese e alcançar a PREVENÇÃO. Nos EUA o número de fraturas osteoporóticas se aproxima de um milhão/ano.
 
     A mortalidade chega a 20% nos doze meses subseqüentes à fratura do colo do fêmur e, dos que sobrevivem, 50% não voltam a caminhar independentemente. Uma em cada quatro mulheres após os 65 anos tem fraturas relacionadas com a osteoporose ocasionando a perda da qualidade de vida para o paciente.
 
É importante definirmos os termos OSTEOPOROSE X OSTEOPENIA:
OSTEOPOROSE é uma enfermidade na qual há diminuição quantitativa da massa óssea, com desarranjo estrutural da microarquitetura determinando um risco de fratura atraumática ou por trauma mínimo. 
 
OSTEOPENIA é um termo radiológico, que define a diminuição da massa óssea que poderá ou não conduzir à osteoporose. Todos os indivíduos osteoporóticos têm osteopenia, mas não necessariamente todos os osteopênicos terão osteoporose.
 
Fatores de Risco para a Osteoporose: 
• Mulheres (caucasianas, orientais e as do norte europeu);
• Pequena compleição física;
• Magreza;
• Dieta pobre em cálcio e rica em proteínas;
• Estilo de vida sedentário;
• Pele fina e transparente;
• Pós-menopausa, principalmente nos primeiros 10 anos;
• História familiar de OSTEOPOROSE;
• História médica de epilepsia (uso de fenobarbital);
• Artrite reumatóide;
• Doença hepática;
• Doença intestinais disarbsortivas;
• Diabetes mellitus;
• Doenças endócrinas - hipotireoidismo, etc;
• História de fratura em coluna, costela, bacia e punho;
• Consumo de álcool; 
• Escoliose;
• Tabagismo;
• Menopausa e hipogonadismo precoce;
• Uso de corticosteróides por mais de um ano;
• Amenorréia por mais de um ano (excetuando-se na menopausa);
• Menopausa precoce (antes dos 40 anos) se o paciente não recebe terapia de reposição hormonal;
• Homens com hipogonadismo;
• Imobilização prolongada;
• Menopausa cirúrgica; 
• Uso das seguintes drogas:
- Anticonvulsivantes por mais de 5 a 10 anos; 
- Antiácidos que contenham alumínio;
- Hormônios tireoideanos por mais de 5 anos .

 

     A Medicina Nuclear difere dos demais métodos de diagnósticos por imagem em muitos aspectos, como a utilização de radionúclideos e radiofármacos, que permitem uma avaliação do comportamento funcional do órgão de interesse.
 
     Além de se apresentar como método de diagnóstico, a Medicina Nuclear apresenta-se como opção de tratamento para algumas doenças, inclusive o câncer. A Medicina Nuclear é, portanto um método de diagnóstico complementar à avaliação clínica de seu paciente. Outros métodos de diagnóstico como a tomografia computadorizada (TC), a ressonância magnética (RM) e a ultra-sonografia (US) produzem imagens de alta resolução espacial e contraste, que permitem examinar o aspecto anatômico do órgão de interesse.
 
     A vantagem da Medicina Nuclear baseia-se na capacidade de demonstrar o estado anátomo-funcional de diversos órgãos e sistemas. Sua principal limitação, ainda é apresentar uma resolução espacial inferior aos demais métodos de diagnósticos radiológicos. 
 
Contra Indicações:
     Como na medicina nuclear a radiação é emitida pelo paciente, o estudo não é aconselhável em pacientes gestantes. No estudos radiológicos, o feto pode ser protegido por uma blindagem de chumbo sobre o abdome da gestante. Isto não é possível na Medicina Nuclear,  portanto aconselha-se adiar o exame para após o término da gestação. Lactentes apresentam problemas semelhantes pois alguns tipos de radiofármacos possuem uma excreção no leite materno. É aconselhável, nesses casos, suspender a lactação por um certo tempo, após a realização do exame. O tempo é determinado pelo médico responsável.

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